Blog: Não solta da minha mão

Não solta da minha mão, dizíamos juntos. Não solta da minha mão, que eu seguro a sua e você; segura a minha também.

E se eu não me lembrar de segurar, faça isso por mim apenas mais uma vez. Não hesite em me chamar quando a saudade apertar; estarei sempre ao seu lado, sempre e quando precisar. Se suas mãos estiverem trêmulas, segura forte nas minhas para que assim então mais uma vez você consiga acreditar.

E com a mesma disposição do início, dizer-te-ei: "- Te amo, tah?!" e desse sonho, não vamos nunca mais acordar.

Talvez lá na frente a gente consiga se reencontrar, para mutuamente nos conhecer outra vez. Outra vida, outra hora, outro tempo. Pode ser...

Mas por enquanto, seguiremos assim: eu cuido de você, você cuida de mim. Escrevendo esse texto, em pensamento faço o exercício de estar aí com você. Aí, seja lá onde for, por aí contigo em pensamento estarei a seguir seguindo, vivendo, amando e errando ao meu pesar e a contendo.

Sobrevivendo ao caos de um mundo cego para o amor e blindado para sentimentos genuínos, com um sorriso no rosto viveremos nossas vidas, cada qual com seu destino, no seu tempo, com suas verdades, medos e rimas.

Que seja breve o reencontro. Que demore menos do que o tempo desprendido para esquecer sua partida.

Quero te conhecer de novo. Quero mostrar quem eu sou, quem eu fui e quem posso ser no espaço que me cabe; no tempo de uma vida.

Leandro Silvério.


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