Poesia autoral: Do pó ao pó

Do pó, Deus o fez.
Quis ser sol.
Ter o brilho da lua.
E banhar-se no mar.
Tocou o céu.
Pintou estrelas.
Flutuou no ar.
Pó molhado, que seca com o tempo.
Assolou-se, em verdade feliz ao avesso.
Fora cenário escolhido.
Experimentado e vivido.
Cresceu.
E esteve lá.
Esperando o tempo de voltar.
Para que em poeira.
Pudesse renascer em outro lugar.

Leandro Silvério.



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