Poesia autoral: Borboleta ao avesso

          

Borboleta ao avesso.
Esqueceu-se de como era bom voar.
Antes, tocava núvens sob os próprios pés.
E agora, apenas terra e mar.
No hoje brilha como flor.
Enquanto ontem, se fez semente.
Criou raízes.
Para que novamente,
Pudesse geminar.

Leandro Silvério.



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