Poesia autoral: O nó da memória que habita em mim

Em uma noite clara.
De pensamento escuro.
O nó da memória que habita em mim.
Desatou em relembrar.

Vivido pensamento.
Trouxe a tona passado longínquo.
De um tempo sonhado, quiçá vivido.
Na dúvida, calei-me para escutar.

Começou a navegar entre assuntos e poemas.
De coisas e dizeres.
Que outrora, trouxeram luz ao meu olhar.

Eram palavras sentidas, sonhadas e vividas.
Em alquimia uníssona.
Fiz-me espectador do próprio olhar.

Leandro Silvério.



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